Quem nunca ouviu a expressão "não me sento numa mesa onde comigo perfaça o número de 13"? Ou "Não cruzes os copos durante os brindes"?
Há muitas superstições. Cada qual tem as suas. E por muito ridículas que elas possam parecer, acho que ninguém tem o direito de escarnecer delas.
Superstições ou manias. Acho que a separação é difícil. Afinal... como se podem distinguir? Eu pessoalmente não consigo...
Isto devia ser um post mais elaborado, mas devido à hora e à noite difícil que tive ontem graças aos meus vizinhos (o que daria outro post, mas nitidamente desagradável, e como não me apetece perder tempo com coisas desagradáveis...)
Todos nós, por muito civilizados que sejamos (como se superstições tivessem a ver com grau de civilização!...), temos as nossas manias e superstições.
Eu então sou um compêndio!
Vejamos:
- Não passo por baixo de um escadote;
- evito cruzar-me com gatos pretos;
- não me sento a cantos das mesas porque me quero casar;
- Acabo de recusar mostrar um penteado que se calhar quero para o meu casamento ao E. porque dá azar o noivo ver a noiva antes. E para mim isso implica vestido, penteado, maquilhagem, tudo.
- visto e calço sempre o lado esquerdo do corpo primeiro. Sempre. Sem excepção.
- Deixei de assobiar porque "menina que assobia não casa".
- saio sempre, sempre, sempre com o pé direito das escadas (mesmo que para isso tenha que "trocar o passo" a meio das mesmas)
- conto sempre o número de degraus quando subo ou desço escadas (até hoje me lembro que até ao 1º andar da Torre Eifell são 319 degraus. Subidos à la pate com 8 anos.)
Acho que podia enumerar muitas mais... o que é curioso é que há umas que nunca "pegaram" comigo. Não tenho problemas em sentar-me numa mesa com 13 pessoas, ou em cruzar talheres, ou abrir guarda-chuvas dentro de casa, ou em partir espelhos, ou em cruzar copos nos brindes....
Enfim, vivam as superstições! Tornam a vida bem mais divertida!
"Noscete ipsum"
Há 4 semanas
