Amor eterno...

Lilypie First Birthday tickers

quarta-feira, março 31, 2010

Das coisas engraçadas =)

Ontem, no emprego, atendi uma rapariga muito simpática, que está a tirar Mestrado. Precisava de umas informações. Como isto é tudo muito formal, era "você" para aqui, "vocÊ" para ali, nada de tratamentos por tu, mas que rebaldaria é essa!!!!

Ficou de regressar hoje, porque eu tinha que lhe dar uns papéis...

Oh, tu pra cá, tu pra lá... maravilha!
Gosto mesmo, não tenho feitio para ser tratada por "doutora"... somos as duas jovens, provavelmente da mesma idade, e ambas com pinta de simpáticas... para que nos havíamos de estar a tratar com tanta formalidade??

E é esta mais uma das coisas que gosto =) A naturalidade da interacção entre as pessoas.

Não há cá títulos quando nascemos... então por que havemos de perder a humildade e exigir que nos comecem a tratar por Doutora e afins?? Não é muito mais simpático podermos ajudar-nos uns aos outros, com naturalidade, com simpatia e cortesia?

Confesso... este "tu" pôs-me a sorrir (o que hoje não estava fácil!)

"Nosce te ipsum"

SIADAP?

Sistema descrito numa palavra apenas: DÚVIDA!!!



"Nosce te ipsum"

Um pedido muito especial...

...à minha virose de estimação.
Eu sei que me adoras, e que não consegues viver sem mim. Eu sei que te alegra assombrar os meus dias.
Mas por favor...
Já chega...
Estou farta de me sentir enjoada todos os dias, há mais de uma semana...
É que por tua causa, virose, dão-me uns enjoos repentinos que me dão vontade de jogar o estômago fora e susbtituí-lo por um novo... E depois nem consigo jantar, ou almoçar, ou ingerir o que quer que seja que não seja chá... e mesmo assim mesmo assim...
E ainda por cima, virose, tenho que apanhar com a tua amiga enxaqueca...
Porquê?...
Eu sei que vocês são muito amigas, mas a sério, deviam aprender a viver uma sem a outra... é que eu já tenho problemas de saúde a mais para gramar com mais vocês... Já sou muito amiga das alergias, das desastrices, das crises de estômago, das traqueítes, das faltas de ar...
A sério, virose, por favor pega em ti e na tua amiga enxaqueca e vão ver se eu estou lá fora a apanhar flores ou assim...
É que eu já estou farta de estar constantemente enjoada...



"Nosce te ipsum"

Ainda das coisas estranhas

Tenho para mim que o blogspot anda com problemas...
É que deve ter um filtro qualquer que escolhe automaticamente que comentários chegam à minha caixa de correio para aprovação. Já 3 pessoas me referiram que mandaram comentários que nunca cá chegaram.
E ainda hoje de manhã, a I. mandou um comentário do qual só chegaram 2/3: o primeiro e o último! O meio do comentário ficou-se pelo caminho. Dá para entender??

É que já parece a vaquinha gorda que aparece quando jogamos farmville e aquilo crasha e aparece uma mensagem a dizer "it looks like all the bytes got lost in your computer"... Pois... Assim anda o estado do meu blog alojado no blogspot...

E que reacção tive eu a isto? Um comentário assim: "Se tu és estranha, o teu blog também tinha de ser"...

Pois claro... quem sai aos seus não degenera!

Mas blogspot, por favor, podes deixar-te de amuos e mandar para mim todos os comentários para eu aprovar? A sério, eu sei distinguir os bons dos maus!!! Deixa essa tarefa para mim, não te quero sobrecarregar, com tantos blogs que existem... Ah, e de preferência, publica-me os comentários inteiros, ok?

A gerência da Secretária agradece!

"Nosce te ipsum"

Mas haverá mesmo alguém mais desastrado que eu?

É que é sempre tãããão bom cortar um naco de dedo com a faca do pão quando apenas se quer uma torrada...

E é sempre tão bom torcer os pés mesmo quando não se usam sapatos de salto.

E é sempre tão bom tropeçar nas calças que estamos a vestir...

Ai ai, eu e as minhas desastrices... Sou desajeitada, que posso fazer...

(O problema é que agora o dedo dói-me...)

"Nosce te ipsum"

terça-feira, março 30, 2010

Autógrafos?...

Num comentário muito recente, pergunta-me o Lampâda Mervelha se não lhe dou um autógrafo.
Isto porque eu se calhar me tenho gabado muito das coisas boas que me estão a acontecer, o contacto da Extreme Minds, o contacto da Rádio Comercial... o facto de ter voltado a escrever, de me ter voltado a sentir livre, de ter reencontrado a minha imaginação, no fundo de estar a ver alguns dos meus sonhos a concretizarem-se.

Mas eu não sou pessoa de dar autógrafos.

Sim, ambiciono os meus 5 minutos de fama, mas... daí a dar autógrafos... lolol. Sei que ele mo disse na brincadeira, claro, mas fez-me lembrar o único autógrafo que dei em toda a minha vida.

E foi bastante recentemente até.

No concerto de sábado, que eu tanto falei aqui. Já o concerto tinha acabado, e eu tinha voltado para a sala onde tinha as coisas com a A.L., a R. e o S., para pegarmos em tudo, e diz o S. assim:

"Trago aqui um aluno meu, que vos queria pedir um autógrafo porque gostou muito do concerto".

Foi tão esquisito! Eu, que sou apenas eu, nada dada a este tipo de coisas, e virem-me pedir um autógrafo? Confesso que me senti assim um bocadinho importante. Não muito mas um bocadinho (sim, que acima de tudo há que ser é humilde, e não estou a brincar). Foi engraçado escrever no programa do concerto do aluno do S. "Para o M., com um grande beijinho da ***Rita***"  (asteriscos representam o primeiro nome e apelido, que não interessam a ninguém, sou apenas a Rita).

Foi bom =) Mesmo.

Nunca pensei vir a dar um autógrafo, mas acho que é assim... acho que quando lutamos muito pelos nossos sonhos, e arregaçamos as mangas e batalhamos por eles, eles tornam-se de facto realidade.

Não quero de todo parecer convencida, por favor não me interpretem mal. Sou a mesma Rita de sempre, sem tirar nem pôr, mas... eu própria faço neste momento um brinde a mim. Porque acho que mereço. Porque luto muito pelo que quero. Porque as coisas não me são dadas de mão beijada e, por isso, quando as alcanço, sabem-me ainda melhor.

Estou feliz!!

"Nosce te ipsum"

Da estranheza

estranho(adjectivo)

1 - Não habitual; desconhecido
2 - esquisito; anormal
3 - desusado
4 - espantoso; extraordinário
5 - que é de fora; estrangeiro


Esta é a definição "oficial" deste adjectivo com que tantas vezes me caracterizam.
Acho que a primeira vez que me chamaram estranha foi quando eu tinha algures 14 ou 15 anos. Uma colega minha, em carta enviada "em segredo" a um familiar meu, dizia de mim assim:

"Ela é estranha... é um caso perdido, nunca há de ser normal em relação aos jovens da idade dela".

Essa minha colega, apenas por acaso, era também da minha família. Claro que isto em família fica tudo mais bonito...
Adiante.

Eu soube disto como, se a carta era em segredo? Porque essa minha colega esqueceu-se de a retirar do caderno de História... e eu precisei que ela me emprestasse os apontamentos, eu tinha faltado porque estava doente.

Abro o caderno e...

TCHARAAAAAANNN!

Deparo-me com essa frase tão linda e que me caiu tão bem na inocência dos meus 15 anos...
Depois percebi o porquê dessa designação: eu não namorava, não saía, estudava piano, gostava de ler imenso, adorava música clássica, adorava estar em casa com a minha família, com a minha irmã...

Logo, eu era uma jovem estranha. Um caso perdido, sem dúvida alguma. Nem sei como as pessoas se conseguiam dar comigo, de tão perigosa que eu era, de tão perdida que estava.

Daí em diante, muitas mais vezes me chamaram estranha. Estranha, tolinha, virtual, que não existo...

Mas nunca mais o fizeram assim por esses motivos, pela música que ouvia, ou pelos namoros que não existiam.

Hoje chamam-me estranha porque gosto do inverno, da trovoada, dos relâmpagos; chamam-me estranha por gostar de vento, de frio, de chuva; chamam-me estranha porque adorei Análise V; chamam-me estranha porque adoro estudar e digo que se pudesse estudaria toda a minha vida (infelizmente ninguém me patrocina e tenho que trabalhar lol).

Chamam-me estranha porque conto os degraus das escadas que subo ou desço.
Chamam-me estranha porque visto e calço sempre o lado esquerdo do corpo antes do direito.
Chamam-me estranha porque sou desastrada ao ponto de torrar a minha própria mão, rir-me e ir tocar com ela assim, em carne viva.
Chamam-me estranha porque nunca desejo sorte a ninguém antes de um exame, antes os mando a um certo lugar. E não agradeço se mo mandarem, pois isso trar-me-ia azar.

Chamam-me estranha por muitos e muitos motivos, todos eles verdadeiros.

Mas se a minha estranheza e "falta de adaptação" e o "caso perdido" da minha adolescência me transformaram no que sou hoje, então só tenho a agradecer à minha colega o ter-me aberto os olhos naquela altura.

É que realmente sou estranha... sou "não habitual", "desconhecida", "desusada", tenho manias que não lembram a ninguém.
Mas de caso perdido tenho pouco! Modéstia à parte, até tenho sido bem sucedida nos projectos que empreendo!

Estranha sim. E com orgulho!
Caso perdido?... Como diz Jorge Palma, "deixa-me rir"...



"Nosce te ipsum"

Desculpem, mas...

... vou babar-me mais um bocadinho!!

Este sábado, às 22h, toca a ligar a rádio comercial!!

É que A Secretária da Rita vai dar um programa de rádio!

Com direito a repetição no Domingo, às 09h.

Bora lá ouvir!! :D:D:D:D

E sim, estou muuuuuuuuuuuuuuuuuito contente com isto!!!! :D:D:D



"Nosce te ipsum"
http://desafiosdeescrita.blogspot.com/2010/03/excerto-da-historia-que-hei-de-publicar.html

"Nosce te ipsum"

Amostra do que tenho no Flickr =)



"Nosce te ipsum"
http://desafiosdeescrita.blogspot.com/2010/03/batalha-perdida.html

"Nosce te ipsum"

segunda-feira, março 29, 2010

Super-baba!

Vamos lá ver!!


No novo programa que estreia hoje na RTP1, está presente a minha irmã.

Sim, sou uma irmã babada!



"Nosce te ipsum"

Algumas pérolas do fim de semana

Ir a um restaurante e ser chamada de Princesa (sendo que os homens eram tratados de Principes)... Antes assim que aqueles brutamontes que servem mal e porcamente, mas teve à mesma a sua piada.

Acabar um almoço delicioso com uma sobremesa devidamente apelidada "Monte de Pecado", o que me levou a dizer "pronto, já pequei tudo por hoje". Tendo em conta o contexto quaresmal em que estamos, não foi muito apropriado, mas também não virá mal algum ao mundo por tê-lo dito.

Mas o melhor de tudo foi sem dúvida a seguinte conversa:

E. - És estranha.
Je - M., defende-me, ele chamou-me estranha (sim, eu estava em tom de brincadeira, não se assustem)
M. - Defender-te?? Mas tu ÉS estranha!

E pronto, toda a minha defesa por por água abaixo, fui atacada dos dois lados.

Razões para ser estranha?

- não gosto da hora de verão
- adoro quando anoitece às cinco e meia da tarde
- adoro trovoadas, chuvas, nuvens cinzentas, frio e vento
- não gosto do sol
- não gosto da primavera
- detesto o verão
- e mais umas quantas que agora não me lembro.

Ok, eles têm razão, sou estranha, mas escusavam de o ter dito e reafirmado à hora de almoço!!!

"Nosce te ipsum"

Momentos de paz (que bem preciso neste momento!)



Pôr do sol a caminho do Algarve, na estrada da serra, que liga Mértola a Castro Marim. 16 de Março de 2010



Sítio da Fábrica, Algarve, 16 de Março de 2010
"Nosce te ipsum"

Se há coisa que me irrita

É não me darem crédito pelo que faço.
Ou mesmo que não o dêem, que fiquem com ele.

"Vamos todos dar os parabéns à vossa colega X pela informação que vos deu"

O que a colega X se esquece de dizer é que antes de ela ter descoberto essa informação no google books, já eu a encontrara, divulgara, entregara o LH e disponibilizara no Scribd para todos quantos a queiram.

Mas aparentemente eu não mereço reconhecimento.

Fantástico, BdC.! É tudo o que tenho a dizer!

"Nosce te ipsum"

sábado, março 27, 2010

Mais uma vez... dos timings perfeitos!!

E digam lá que não adoram em dia de concerto, em que precisam das vossas mãos em perfeito estado, cairem, torcerem o pé, baterem com a perna e torcerem o pulso?

É bom, não é??

Só a mim... Mas que mal fiz eu na outra vida???

(mas vou tocar à mesma... isto quem vai tocar com a palma superior da mão em carne viva porque a torrou em dia de exame é perfeitamente capaz de ir tocar a Setúbal com uma ligeira entorse...)

"Nosce te ipsum"

E de repente... (este texto está também no meu outro blog)

E de repente...
Fecho os olhos. Inspiro profundamente e obrigo-me a esquecer do mundo que me rodeia. Concentro-me apenas no bater do meu coração.
Em meu redor, uma sala cheia, um burburinho imenso, conversas cruzadas, uma tosse e um espirro, talvez um bebé a chorar.
Mas fecho os olhos e concentro-me.
Na minha cabeça, vou eliminando todos os sons. Penso na minha respiração, nos músculos que se contraem e se expandem cada vez que inspiro e expiro. Forço-me a visualizá-los.
Eis que já não oiço o bebé a chorar de fome e de sono.
Penso no meu coração, forço-me a olhar para ele enquanto trabalha mecanicamente.
Eis que já não oiço o senhor idoso a tossir nem aquela mulher grávida a espirrar.
Fecho os olhos e obrigo-me a encontrar aquele silêncio, a aniquilar aquela sala enorme, cheia de público.
Aos poucos, o negro silêncio vai cobrindo aquele espaço tão iluminado e tão barulhento.
Devagar. Eis que estou a chegar ao meu mundo. O burburinho ainda está lá, mas em mim vai-se esbatendo devagar e aos poucos.
Continuo a pensar na minha respiração. No meu coração. Obrigo-me a visualizar de antemão todos os movimentos que as minhas mãos vão fazer. Penso no que quero transmitir.
Inspiro lentamente e expiro lentamente. As conversas cruzadas já não me afectam.
Na minha mente, que atingiu o silêncio que eu tanto procurei, nascem novos sons. Nasce o que vou tocar.
Inspiro uma vez mais.
A sala está agora completamente muda, completamente calada.
Ao silêncio que nasceu ali, junta-se o apagar lento das luzes.
De repente, existo só eu.
Eu e o meu instrumento.
Tudo está calado, mudo, silencioso, expectante.
E de repente...
Como se já não fosse eu, mas sim alguém a guiar-me...
O silêncio é deliberadamente rompido, alguém pega nas minhas mãos e fá-las tocar.
E um novo silêncio, diferente, nasce naquele espaço.
Um silêncio apenas marcado pela minha música.
Sim... estou em silêncio... interpreto... estou em silêncio e em paz comigo mesma.
E quando acabo e a ovação do público é estrondosa, continuo a nada ouvir.
Estou no meu mundo, estou ainda a gozar a música, apenas essa ecoa na minha cabeça.
Tudo o resto é um filme mudo.



"Nosce te ipsum"

sexta-feira, março 26, 2010

Dos timings perfeitos e sistemas imunitários da treta

Há coisas incríveis neste mundo.
Então não é que na véspera de um concerto o meu sistema imunitário resolve mostrar a fraca garra de que é feito e forjado e me deixa apanhar uma grande constipação??

É constantemente ATCHIM ATCHIM ATCHIM, olhos a lacrimejar, dores no corpo...

Yeay, que bom...

E mesmo na véspera do concerto...

Grande timing, senhor sistema imunitário, grande timing!

"Nosce te ipsum"

Tantas vezes peço isto...




MARY MAGDALENE

I've been living to see you.
Dying to see you, but it shouldn't be like this.
This was unexpected,
What do I do now?
Could we start again please?
I've been very hopeful, so far.
Now for the first time, I think we're going wrong.
Hurry up and tell me,
This is just a dream.
Oh could we start again please?

PETER

I think you've made your point now.
You've even gone a bit too far to get the message home.
Before it gets too frightening,
We ought to call a vote,
So could we start again please?

ALL

I've been living to see you.
Dying to see you, but it shouldn't be like this.
This was unexpected,
What do I do now?
Could we start again please?
I think you've made your point now.
You've even gone a bit too far to get the message home.
Before it gets too frightening,
We ought to call a vote,
So could we start again please?
Could we start again please? (Repeat 5 times)

MARY MAGDALENE

Could we start again?


"Nosce te ipsum"

E o seu silêncio imposto foi vencido!

A 26 de Março de 1827 morreu um dos maiores génios da Música Erudita. Beethoven.

E por sinal um dos meus compositores favoritos.

As suas obras, quaisquer que sejam, são autênticos monumentos, autênticos pedaços do património cultural mundial da Humanidade.

Há génios neste mundo, almas evoluídas, seres que são de facto superiores ao resto dos mortais, e este homem foi um deles. Pensem na sua última sinfonia, escrita no mais avançado estado de surdez.

Há silêncios impostos que são vencidos; o ser humano tem uma capacidade de se superar incrível. Ele não precisava da audição... bastava-lhe a sua inteligência musical, o seu instinto, a sua intuição.

Dotar de palavras de Schiller a sua última sinfonia. Um grito pela liberdade, pela igualdade dos povos.

"O resumo de sua obra é a liberdade," observou o crítico alemão Paul Bekker (1882-1937), "a liberdade política, a liberdade artística do indivíduo, sua liberdade de escolha, de credo e a liberdade individual em todos os aspectos da vida" (in Wikipedia).

Rompeu a barreira entre conteúdo e forma. A música tem um conteúdo, é mais que apenas uma forma, é mais que esqueleticamente uma sinfonia. É sim uma sinfonia completa, abrangente, que por intermédio das palavras diz a todos o que realmente se passava na cabeça e alma do compositor.

Mais tarde, isto transformar-se-á na "Obra de arte total" de Wagner; creio que a Nona de Beethoven é um bom começo, um bom início... ou uma boa consagração. Mais do que as óperas anteriores, em que importava o texto; mais que as sinfonias anteriores, em que importava a música per se. A nona junta o melhor das duas áreas, e é catapultada para o sucesso. Poesia e Música reencontram-se, quais irmãs perdidas durante muito tempo, e são tratadas com igual importância.

Como não reconhecer este homem como génio, como revolucionador da música? Escreve para si. Segundo as suas regras. Como não o admirar?

E é caso para dizer... se o silêncio apenas aparece em nós quando morremos, Beethoven venceu realmente a morte e o silêncio... e continua tão presente entre nós como quando estava vivo.

Pode fazer hoje anos que ele morreu... mas que continua vivo, continua...



"Nosce te ipsum"

Rascunhos antigos